A PROMOÇÃO DO VINHO VERDE

Ao longo destes dois dias em que a Praça da República será um espaço vibrante de música e intensa afluência de público, decorrerá entre as 20.00h. e a 01.00h., uma mostra vínica centrada na divulgação do Vinho Verde.

Os produtores da sub-região do Lima, recebem os seus congéneres num evento audacioso que projeta a região demarcada do Vinho Verde à escala internacional. Dois expositores de cervejas artesanais e produtos gastronómicos tradicionais irão complementar esta experiência.


SUB-REGIÃO DO LIMA

Phulia

Os vinhos Phulia nascem da vontade e empreendedorismo de dois jovens com objetivo de bem fazer o que de tão rico tem a região, o Vinho Verde! Esta marca criada em 2014 inspira-se no espírito festivo da cidade de Viana do Castelo, expressando a alegria e o colorido do povo que celebra na rua em dias de romaria. O próprio rótulo dos vinhos Phulia está muito ligado às tradições do Alto Minho, integrando vários símbolos de Viana: os três círculos representam as três libras que as mordomas levam no dia do casamento, e que representam a virgindade. O vinho branco 100% Loureiro e o Rosé 100% vinhão são vinhos totalmente gastronómicos, para acompanhar uma boa refeição

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Caroça

Caroça é o termo atribuído às capas de junco utilizadas no Norte de Portugal. Este traje, que nos faz trilhar pela história até ao Neolítico — período em que o homem recorria a fibras vegetais para criar vestuário e os telhados das cabanas — é um marco que remanesce ainda de técnicas ancestrais de cestaria. Com todas as partes que a compõem dispostas no sentido longitudinal, acolhia o medo da neve e da chuva que castigavam o Homem das terras altas, obrigado a passar longos períodos nas serras a apascentar o gado ou a trabalhar a terra.
O Caroça monocasta Loureiro ganhou em junho de 2018 o 1º Prémio na Categoria Vinho Verde de Casta Loureiro do XVI Concurso de Vinhos Verdes de Ponte de Lima.

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Solar de Louredo

A noroeste de Portugal, Viana do Castelo, a Quinta Solar do Louredo, datada do século XVII, espreguiça-se nas margens do rio Lima, em pleno Alto Minho, pelas Terras de Geraz. No passado aqui se instalaram reis e rainhas, atraídos por estas terras ricas e férteis, fazendo frente a tempos adversos. Assim nasce a tradição na produção de uvas e de vinhos, únicos no mundo e na região, exclusivos de Geraz do Lima, vinificados a partir das castas Loureiro, Trajadura e Vinhão que crescem e abundam em condições muito peculiares de solo e de clima, e que as suas gentes conhecem como ninguém. Os enólogos do Solar do Louredo desde logo tiveram a preocupação de falar com as pessoas mais velhas, de recolher essa sabedoria popular da plantação, rega e poda, sua relação com as luas e com as marés. No Solar do Louredo aliamos então a tradição à inovação, o conhecimento empírico ao científico, somando a investigação universitária e a melhor tecnologia disponível para vinificar.
É esta a visão do promotor. A sua missão? Produzir uvas de altíssima qualidade, obtendo vinhos distintos para oferecer ao mundo a frescura duma região. O Solar do Louredo reúne as condições essenciais, e únicas, que vêm tornando real esse sonho.

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Solar de Merufe

Os vinhos Solar de Merufe são produzidos numa Quinta com 8 séculos de história, que nos legou uma tradição, aliada à cultura religiosa e à cultura da vinha e do vinho, cuja filosofia desde sempre esteve a par com as civilizações que por cá passaram.
O Solar de Merufe preza por preservar a tradição, aliando a cultura nos diversos ângulos, sendo o vinho um dos pilares da sua arte. Tudo parte duma relação com a natureza da qual o ser humano é integrante e essencial para o desejável equilíbrio com todos os elementos da natureza, primando pela produção de vinhos biológicos. 

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Lethes

Os vinhos “Lethes” são produzidos e engarrafados na Quinta de Vilar, propriedade instituída em morgadio por testamento de Gaspar Pires Machado, de 22 de junho de 1623, sucessivamente incorporada no morgadio dos Bacelares de Covas e dos Pittas de Caminha, mantendo-se, até hoje, ininterruptamente na posse dos sucessores do instituidor. As uvas provenientes da Quinta de Vilar, situada num pequeno vale de solo franco-argilo-limoso protegido dos ventos dominantes e plena exposição solar, conferem aos vinhos monavarietais “Lethes” a distinção e excelência de aromas e sabores que os caracterizam.

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Casa da Cuca

Através de uma recolha de plantas em vias de extinção junto de agricultores da freguesia de Moreira do Lima, a Casa da Cuca conseguiu voltar a utilizar castas hoje reconhecidas como minoritárias, Cainho de Moreira do Lima e Galeguinho, trazendo biodiversidade na vinha e consequentemente aos vinhos produzidos. Por outro lado, são castas já adaptadas às sub-regiões onde foram plantadas há muitos anos, ou melhor ainda, de onde elas surgiram, por mutação ou cruzamentos naturais. Através desta recuperação a Casa da Cuca pode novamente produzir o tão procurado vinho branco de Moreira do Lima, que em tempos deu fama aos vinhos brancos deste vale.

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Vinhas do Cruzeiro

No âmbito do ensino agrícola, a  Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima requalificou as vinhas antigas, que já existiam na quinta onde está instalada, e lançou o vinho “Vinhas do Cruzeiro”. Apostando nas castas autóctones, Loureiro e Vinhão, primam pela qualidade em detrimento da quantidade. No ano de 2022, o vinho “Vinhas do Cruzeiro – Loureiro” foi distinguido com medalha de prata no Concurso La Selezione del Sindaco, no âmbito do Concurso Enológico Internacional delle Cittá des Vino. Mais de 1100 vinhos oriundos da Europa e do Brasil foram postos à prova no XIV Concurso Internacional de Vinhos “La Selezione del Sindaco”.

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Adega Cooperativa de Ponte da Barca

A Adega Cooperativa de Ponte da Barca é uma instituição cinquentenária, que agrega cerca de 1.100 associados e detém uma área de produção de 900 hectares, fundamentalmente localizada nos vales dos rios Lima, Vade e Vez, onde são privilegiadas as duas principais castas da Região dos Vinhos Verdes: Loureiro (branca) e Vinhão (tinta).

Os Vinhos Verdes da marca Adega Ponte da Barca caracterizam-se por serem ligeiramente ácidos com moderado teor alcoólico, portanto menos calóricos, frutados, harmoniosos e fáceis de beber.

Com uma visibilidade crescente, quer a nível nacional, quer nos diversos mercados externos, dada a excelência dos seus vinhos, a Adega Cooperativa de Ponte da Barca tem merecido o elogio unânime da crítica especializada e dos consumidores em geral, fato que lhe tem valido a atribuição de numerosos galardões.

A Adega Ponte da Barca pretende manter-se fiel ao seu princípio de que “A origem conta”, por isso tem como principal missão a produção de vinhos genuínos, que impressionem pelo prazer que deles se retira ao serem bebidos em boa companhia e com moderação. Fruto da dedicação e esmero dos viticultores desta região, os vinhos da Adega Ponte da Barca são refrescantes, saborosos e têm uma ampla versatilidade gastronómica.

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SUB-REGIÃO DE MONÇÃO E MELGAÇO​

 

Encosta da Capela

Os Alvarinhos Encosta da Capela, produzidos da zona de Regueiro da sub-região Monção e Melgaço, são vencedores de numerosos prémios e distinções. São vinhos que apresentam aromas delicados, discretamente frutados e bastante expressivos de boca.

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SUB-REGIÃO DE BAIÃO

Adega do Mato
A Adega do Mato situa-se em Balteiro, na Quinta do Mato, no concelho de Ribeira de Pena, e limite da região Demarcada dos Vinhos Verdes. O atual proprietário, Raul Vaía dos Santos Magalhães decide, em 2012, recuperar a adega centenária e iniciar o projeto e sonho da família de produzir Vinho Verde. A criteriosa e cuidada seleção das castas Arinto, Loureiro e Azal, a envolvência das vinhas por densos pinhais e a proximidade ao rio Tâmega criam condições especiais, para a elaboração de um vinho com carácter único. Premiado com o selo Vinho Escolha 2014 (Fugas, Público) e com a Medalha Verde Honra do Concurso da Região dos Vinhos Verdes 2015, o Adega do Mato pretende ser uma escolha preferencial, para brindar a todos os momentos da vida! De imagem renovada, mas mantendo a mesma qualidade e mestria, o ano de 2019 marca um momento de viragem para a marca – das últimas vindimas resultaram duas versões do vinho: o Adega do Mato Branco, com Colheita Selecionada de um blend de Arinto, Loureiro e Azal e o Adega do Mato Colheita Selecionada, um vinho refinado de monocasta Arinto. Saber Mais


PARA PETISCAR​

A gastronomia regional oferece as melhores harmonizações com a diversa paleta de Vinhos Verdes presentes nesta Mostra Vínica.
Dois stands de petiscos e cervejas artesanais irão contribuir para uma experiência irresistível de degustação.

Ribeiro’s Brewers

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Palco do Picadeiro

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